Eu não sei o que vem acontecido comigo. Meu peito aperta ao ouvir seu nome, falta ar, falta coragem para te esquecer, falta força para correr, para longe de tudo e de todos, de todas as lembranças que me aprisionam a você. Doí muito mais te ver, e saber que não posso te tocar, porque mais uma vez vou me cortar... cortar a minha alma, doí saber que não posso chegar nem se quer perto de você, porque seu perfume me embriaga, doí não poder te beijar, porque seu gosto é o meu veneno... E essas lágrimas, que são o sangue de minha alma, que não param de cair, que não param de manchar a minha blusa de vermelho. Quando é que vou acordar dessa loucura, dessa prisão?

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