Pois é caros amigos, não isso o que vocês vêem não sou eu de verdade. Pode parecer confuso, complicado e até engraçado, ou uma simples mentira. Mas, é a pura verdade. Não sou tão segura quando pareço. Não consigo colocar em pratica, as coisas que falo para muitas pessoas, não sou tão corajosa quando vocês. Vocês são os super-heróis, das minhas histórias imaginarias, e eu apenas, aquele desenho rabiscado, no fundo da imagem. Bem ali, onde quase ninguém presta atenção. Não tenho coragem, de contar a alguém o que sinto por ele, não tenho coragem de correr para longe de tudo, de principalmente esquecer muitas coisas que me afligem. Não tenho coragem, de fazer tantas coisas que as vezes, me sinto mais fraca do que um pedaço de papel, perambulando por ai, seguindo o ritmo que os ventos lhe dão. Tenho medo de errar, de machucar quem eu amo, e de ser machucada, mais do que já fui. Tenho medo de me decepcionar, mais uma vez com uma amizade, ou com uma pessoa, pela qual eu entregarei meu coração. Já fui ferida tantas vezes, que as vezes, a minha vontade é de desistir de tudo. De sumir desse mundo. Mas, mais uma vez, a minha insegurança me prende, com as suas garras, me deixando imóvel. Tenho medo de tantas coisas, que prefiro, esconde-las dentro de mim mesma, e encara-las solitária no meu próprio quarto, onde é o único lugar em que realmente me sinto protegida. Protegida? Pelo o que? Nem eu sei bem. Talvez, as pessoas se decepcionem, por saber que sou assim, tão frágil, que morro de vergonha de absolutamente tudo, que aprendi aos poucos a me enturmar, que antes era aquela menina que ficava quieta, enquanto todos aproveitavam o que lhes viessem pela frente, que não tenho tanta coragem quanto pareço ter... mas no meu mundo, no mundo onde tudo é perfeito, onde o medo, a dor, as angustias, e as minhas feridas não existem, lá eu sou feliz. E isso pra mim basta.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Portas.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
O fim.
Chegará o dia, em que todos nós olharemos para trás e pensaremos: O que fizemos? E não falo do que fizemos com as pessoas, mas sim com a terra, com a nossa casa. Quando é que vamos perceber que todos nós estamos destruindo tudo? Quem não ajudamos uns aos outros? Que só queremos ganhar mais e mais dinheiro, e não damos atenção às coisas simples da vida. E não, eu não me excluo. Às vezes, me vem à desesperadora idéia que as pessoas não vão mudar, a tendência é só piorar: que as pessoas vão cada vez mais humilhar umas as outras, que vão cada vez mais por prazer mesmo, que vai cada vez mais acabar com o meio ambiente, com os animais a fauna e flora do mundo. Que cada vez mais o homem vai ser egoísta e egocêntrico, só irá pensar em si mesmo. Cada vez mais as crianças e adolescentes iram falar mal, bater e humilhar pessoas que tem problemas, gordos ou pessoas que são “diferentes no grupo”. Cada vez mais haverá mais bombas, mais fabricas e com isso mais poluição, mais carros, mais mortes, roubos assaltos, e sequestros. Cada vez mais tudo vai piorar... Mas será que vai ser mesmo assim? Será que as pessoas nunca vão mudar e perceber o que estamos fazendo com a Terra? Será que é esse o instinto que Deus colocou no homem: destruir tudo? Será que é pra ser assim mesmo? E então tudo acaba? Triste, escuro e cinza? Não era para terminar assim, tenho medo que tudo acabe cedo demais. Acho que são muitas perguntas, e nenhuma resposta. Talvez esse realmente seja o fim.
Coração Partido.
Hoje vejo que cheguei ao meu limite. Eu simplesmente desisto de tudo. E não me importo que você possa ter sido o meu “principie encantado“ porque toda a mágica que havia em você, se foi. Os seus gestos que eu achava encantadores, hoje, não fazem mais diferença. E sim, sei que vou me arrepender amargamente dessa escolha, mas assim, pelo menos, não vou sofrer mais; não vou mais passar vergonha na sua frente, não vou mais me sentir uma tola como hoje me sinto. Desculpe-me se ocupei preciosos minutos da sua vida, lhe contando o que tivera acontecido no meu dia. Desculpe-me pelos minutos que lhe roubei, falando dos meus sentimentos por você, do quanto importante você era... Desculpe-me principalmente por ter te culpado por meu coração partido. Pelas pragas que roguei a você, pelas lágrimas que derrubei por você, e principalmente por ter me iludido pensando que você gostava de mim, ou algo assim. Perdoe-me por ter alimentado esse sentimento dentro de mim por você, achando que algum dia você iria corresponder, idiotice minha. Desculpe-me principalmente por ter te feito escutar tantas e tantas vezes que eu te amava, até mais do que a mim mesma... Só perdoe-me e vamos reescrever essa história em que você, será apenas o meu “grande amigo”.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
O que está acontecendo comigo?
Eu não sei o que está acontecendo comigo. Sempre fui forte, segura, nunca me deixei abalar. Mas, desde que você entrou na minha vida, tudo dentro de mim mudou. Sempre soube esconder meus sentimentos, a me controlar, a disfarçar uma felicidade que eu não estava sentindo... mas assim que você voltou para a minha vida, de novo, perdi o controle de tudo. Eu sinto que estou em uma montanha-russa, na qual meus sentimentos são os trilhos, e eu estou desgovernada em um carrinho com você. Porque estou agindo assim? Me consideravam uma mulher de fibra, firme, que encarava tudo de frente. Mas, você, sem nem mesmo saber o que eu sinto por você, consegue me deixar de pernas bambas. Com um simples sorriso me deixa sem ar, e apenas olhando para meus olhos, fixamente, me faz ficar com vergonha e desviar o olhar. Tudo aqui dentro está bagunçado, graças a você. Porque eu não consigo simplesmente esquecer esse sentimento? Porque você não me deixa em paz? Porque, do nada, você é carinhoso e delicado comigo, mas de repente, toma conta do que está fazendo, e é rude, e me deixa com lágrimas nos olhos. Acho que eu sou a tola nessa história, e você não precisa me dar satisfações. Talvez, eu tenha que aprender a crescer, de novo, porque você me fez ter que retomar tudo do inicio.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Aceitar.
Estranho como tudo o que amamos vai embora, e nos deixa, sem nada. Você, se foi cedo de mais, rápido de mais, e sofreu de mais. Você era como uma mãe para mim, era tudo, mas se foi. Lembra o que você me dizia sobre sonhos? Foi por sua causa que hoje, acredito tão ferozmente neles. Você me dizia que uma mulher sem sonhos, não era uma mulher completa. Foi você que me ensinou a costurar, a fazer penteados nas minhas bonecas, a ver um futuro melhor, a ser uma pessoa melhor. Aprendi com você a ser guerreira, a enfrentar tudo de frente, sem medo, como você sempre fazia. Não é fácil aceitar que você se foi, para sempre. Que nunca mais te verei, ou poderei abraçar você, não poderei mais ouvir você falar... Ah se eu soubesse que aquela seria a ultima vez que a veria em casa, que a veria sorrindo para mim, como sempre fazia. Você me prometeu que não iria tão cedo embora, disse que ficaria para me ver com 15 anos, para ver os seus bisnetos, e tataranetos. Mas, acho que não foi possível não é? Você não pode cumprir a sua promessa mas tudo bem, eu não me importo. As pessoas dizem que foi o melhor, que agora você está, mas eu queria você aqui, cantado para mim dormir, contando histórias, mostrando fotos... É a saudades estão quase insuportaveis. A vontade de te encontrar estão incontroláveis. Acho que nunca senti tamanha dor na minha vida, e mesmo que eu tenha me conformado com sua partida, quando chegar essa data, tudo volta, me sufocando, me deixando presa as coisas do passado. Não sei quando vou te ver de novo, mas queria que você soubesse que espero, ansiosamente, para te ver de novo, e poder te dizer o que eu raras vezes te disse: Eu te amo.
Assinar:
Postagens (Atom)





